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quarta-feira, 18 de abril de 2012

As Novidades



Veja aqui as novidades Skoda para os próximos anos que a revista Autobild nos dá a conhecer.

Mais informações em: www.autobild.de

[antevisão: Marcelo Poblete/AutoBild | extraídas de: www.autobild.de]

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

'Chiques' e 'Modernos Como Nunca'

Uma consulta ao fantástico «Skoda Portal», de Sebastian Koch, deu-nos a conhecer importante matéria, da autoria da germânica «AutoBild», sobre o futuro da Skoda. É que, para além de um comparativo do protótipo «MissionL» com o Octavia, o AutoBild não enseja um ensaio à aparência dos futuros Octavia III, Rapid 'SpaceBack', Roomster II e até Yeti II. E, há que referi-lo, não faltou ousadia aos profissionais do «AutoBild» que, contrariando declarações recentes de Dirigentes da marca checa, insistem mesmo na versão carrinha do «Rapid», naquilo que interpretam como uma espécie de contraponto estilístico à racionalidade da Fabia Combi... Por outro lado, desbravam já caminho para o Yeti II, modelo que segundo aquela publicação será lançado em 2016, em variantes de 4.30 m e de 4.60 m.

Não falta, portanto, matéria de interesse aos conteúdos do «AutoBild» que, a avaliar pelo teaser lançado no sítio da publicação, antevê uma Skoda ainda mais «chique» do que agora, advertindo mesmo os leitores sobre como serão os futuros modelos da Seta Alada: «modernos como nunca, mas não onorosos»! Isto promete!

Mais informações:









[imagens: AutoBild | extraídas de: http://www.autobild.de/]

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Duelo de Sangue Azul






















A germânica «AutoBild» juntou Skoda e Volkswagen para um duelo familiar à moda antiga: Fabia RS vs Polo GTI; Roomster 1.2 TSI vs Caddy 1.2 TSI; Octavia 1.4 TSI vs Golf 1.4 TSI; Yeti 2.0 TDI vs Tiguan 2.0 TDI e Superb Combi 1.8 TSI vs Passat Variant 1.8 TSI. Dificilmente o comparativo poderia ter sido mais renhido, embora, no cômputo geral, a Skoda tenha vencido o embate por 3-2, com vitórias arrecadadas pelo Roomster, pelo Yeti e pela Superb. Já o Fabia e o Octavia perderam por margens mínimas, o que só é meritório da qualidade deste produtos que, relembre-se, chegaram ao mercado uns anos antes dos seus congéneres da VW.

No final da contenda ficou clara a linhagem superior revelada por ambos os contrutores. Contudo, a grande diferença reside no fato de na Skoda o 'sangue azul' ser mesmo para todos.

Mais informações em: www.autobild.de


[foto: AutoBild] 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A Hora da Verdade

A Volkswagen acaba de lançar uma nova geração Passat, modelo que, para lá do elitista Phaeton, tem a responsabilidade de ser o porta-estandarte do construtor de Wolsburgo.

Passaram-se dois anos sobre a apresentação do Superb, tempo mais do que suficiente para que a VW aprimorasse a sua nova criação para patamares superiores aos do referencial automóvel checo, tarefa a que os técnicos germânicos se dedicaram com todo o esmero.

Assim sendo, faltava apenas proceder à comparação directa do Passat face à concorrência, para avaliar os seus renovados predicados e perceber de que modo se posiciona a nova coqueluche de Wolsburgo face ao mercado. Foi precisamente isto que a AutoBild entendeu fazer, juntando 4 notáveis carrinhas para um detalhado comparativo: Ford Mondeo Turnier 2.0 TDCi, Opel Insignia Sports Tourer 2.0 CDTI, Skoda Superb Combi 2.0 TDI e Volkswagen Passat Variant 2.0 TDI.

O resultado foi claro: a nova Passat está muitíssimo evoluída e remeteu a Ford e a Opel para os 3º e 4º postos do comparativo. Contudo, na hora da verdade, a carrinha germânica foi incapaz de vencer a hegemónica Superb - o eterno paradigma de qualidade do segmento. Porque a Skoda é simplesmente superior.

É genético. Não há nada a fazer...

Mais informações em: www.autobild.de

[foto: AutoBild | extraída de www.autobild.de]

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Subliminar

























O alerta vermelho soou quando, no início do ano, por ocasião da apresentação dos resultados obtidos pelo Grupo VW em 2009, o Sr. Martin Winterkorn – presidente do império VAG - manifestou publicamente a sua preocupação com a quebra de lucros da Skoda Auto. Relembre-se que 2009 fora um ano particularmente negro para o sector automóvel e que, nesse cenário traumático, a Skoda ousara, não só bater o seu próprio recorde de unidades vendidas em 104 anos de produção automóvel, como também conseguira aguentar a empresa nos lucros. Um feito notável num cenário devastador, sobretudo sabendo-se que a valorização crescente da coroa checa face ao euro acabara por ser uma dificuldade adicional para o construtor de Mladá Boleslav, não sentida, por razões óbvias, pelas restantes marcas do Grupo. Quando uma esmagadora maioria dos construtores automóveis de todo o mundo daria tudo por ter obtido resultados tão promissores quanto a Skoda em 2009, a preocupação do Sr. Winterkorn – que, refira-se, é lícita numa perspectiva de médio prazo – não soou nada bem, sobretudo por ter sido proferida para a imprensa quase em jeito de crítica, em vez de ser abordada em sede própria – ou seja, em reuniões internas com a Direcção do construtor. Nessa altura, muita gente jura ter 'ouvido' o seco som de uma pistola a esfacelar o pé do Sr. Martin.

Algumas semanas mais tarde, murmúrios cibernáuticos começaram a ventilar uma presumível saída do Sr. Reinhard Jung da presidência da Skoda Auto, uma possibilidade que rapidamente se consubstanciou numa notícia oficial, a tomar efeito a partir do dia 1 de Setembro. Razões evocadas – a reforma do Sr. Jung - cuja idade, curiosamente, não ultrapassa os 59 anos. Daí a poder ler-se na imprensa especializada que o afastamento do Sr. Jung se devia ao facto da Skoda ter enveredado por uma via qualitativa demasiado elevada face aos padrões desejados pela VW e pela Audi, foi um passo. Uma notícia espalhada aos 4 ventos que, curiosamente [ou talvez não] nunca foi oficialmente desmentida. E numa catadupa de acontecimentos infelizes, o Sr. Martin terá mesmo chegado a deixar transparecer que ficara furioso quando uma das mais prestigiadas publicações alemãs editara um comparativo no qual o Skoda Superb vencera inequivocamente o Volkswagen Passat. Partindo do princípio que o Sr. Winterkorn é um homem muitíssimo bem informado, isto não terá sido propriamente uma novidade, já que a frequência com que a Skoda vai batendo os seus mais diversos rivais na imprensa especializada, incluindo naturalmente os seus companheiros de Grupo, é absolutamente digna de registo. Se necessário, o semlimites faz uma súmula.

De então para cá, têm-se multiplicado ecos de afirmações erráticas proferidas pelo Sr. Winterkorn na imprensa alemã, a propósito da Skoda, as quais culminaram com uma declaração muito infeliz, divulgada no passado dia 2 de Setembro pela AutoBild: «Vamos ter que manter a rédea curta à Skoda. Eu não lhes invejo o sucesso, mas não nos podemos enfraquecer a nós mesmos». [NDR: declaração traduzida com o auxílio das ferramentas do Google]. Claro que se poderá alegar sempre que estas frases foram retiradas do seu contexto original, o qual, infelizmente, não conhecemos na íntegra [apenas tivemos acesso a uma parte do mesmo]. Ainda assim, há nestas declarações demasiada força de palavras para que as mesmas não possam ser devidamente analisadas, independentemente daquele que seja o seu enquadramento. Comecemos pela semântica do Sr. Martin - fica muita coisa dita quando um Presidente de um Grupo industrial poderosíssimo se refere a uma das suas principais empresas na 3ª pessoa do plural, para defender, na mesma frase, uma parte desse mesmo Grupo - desta feita, na primeira pessoa. «Eles» e «nós»... Por outro lado regista-se uma incongruência marcante, já que as dramáticas preocupações registadas em declarações anteriores se consubstanciaram, de repente, em «sucesso». Um «sucesso» do qual se diz não ter inveja, mas que, para proteccionismo de outras empresas que não ousaram crescer com igual pujança, será prudentemente mantido sob «rédea curta»... Muito mais poderá ser dito sobre estas palavras, mas deixamos essas análises e considerações para os nossos leitores.

Dito isto, há razões para preocupações sérias? Não.
- Primeiro: Neste momento a Skoda está a concentrar-se na consolidação dos mercados da China, da Rússia e da Índia, onde o seu crescimento tem sido exponencial, fortalecendo ainda a sua quota na Europa Ocidental e Central, sem descurar, naturalmente, uma maior penetração em África, na América do Sul e na Oceania. A tónica a curto prazo irá para novos modelos de entrada, com o citadino e o sucessor do Octavia Tour a entrarem no mercado com preços muito agressivos, complementando uma gama muito competente, transversal a múltiplos sectores do mercado e que, com estas novas 'ferramentas', ganha argumentos reforçados para capitalizar novos clientes. Sobre a alegada diferenciação tecnológica da Skoda face à VW e à Audi, defendida pelo Sr. Winterkorn, também não há nada a temer. Um exemplo: recentemente o Sr. Christian Buhlmann, responsável pela Comunicação da Volkswagen nos EUA, referiu à «AutoCar» o caso exemplar do Superb que, estando tecnologicamente mais próximo de um Golf do que de um Passat, enfrenta, com sucesso, o mesmo segmento de mercado deste último. Ou seja, não foi pelo facto de ter partido de uma base tecnológica teoricamente inferior que a Skoda deixou de construir um automóvel que é manifestamente superior àquele outro. Antes pelo contrário - os testes comprovam-no. E foi esta feliz opção que permitiu garantir valores de aquisição do produto final imbatíveis – uma fórmula vencedora que, muito provavelmente, veremos aplicada em futuros modelos da marca, nomeadamente na próxima geração do Fabia.

- Segundo: Sendo o Sr. Martin Winterkorn uma pessoa extremamente inteligente, certamente que tudo isto terá uma explicação muito bem fundamentada tendo exclusivamente em vista os altos interesses da marca e do Grupo. Mesmo que a mensagem passada até agora à opinião pública seja completamente subliminar para a esmagadora maioria dos comuns dos mortais. Se assim não fosse, isto é, se tudo isto não passasse de um deplorável ataque a uma das mais bem sucedidas marcas do Grupo VAG, seria quase certo que na altura em que forem publicados futuros comparativos de próximas gerações de Skodas a vencer Audis e Volkswagens, a cadeira onde o Sr. Martin os iria ler teria um conforto bem diferente daquela onde hoje se senta diariamente, no seu escritório em Wolsburgo. Já para não falar no fortíssimo amargo de boca que então sentiria. É que o núcleo duro do império VAG já deu provas anteriores de que há coisas que não se perdoam, fazendo bom uso de... «rédea curta». Tudo a bem do «sucesso», naturalmente.

[foto: Life]

domingo, 23 de maio de 2010

Mini SUV


Recentemente, o Grupo VW adquiriu cerca de 20% da Suzuki, marca que, segundo o Presidente do império VAG - Dr. Martin Winterkorn - com o seu profundo conhecimento dos mercados asiáticos e comprovada experiência na construção de automóveis pequenos a custos reduzidos, será uma mais-valia para a estratégia definida para o consórcio sedeado em Wolsburgo.

O primeiro fruto desta cooperação será, de acordo com notícia publicada na AutoBild, o desenvolvimento conjunto dos sucessores dos SUV's da Suzuki – Jimny, SX4 e Grand Vitara, os quais darão origem a derivações da VW, da Skoda e da SEAT. Em termos técnicos a utilização de motorizações TDI e TSI, de caixas DSG de dupla embraiagem e de tecnologia 4Motion parece garantida, sendo certo que haverá ainda lugar para versões eléctricas e híbridas destas novas gamas de automóveis.

Neste momento ainda é cedo para perceber de que forma a Skoda irá desenvolver o seu pequeno SUV. Contudo, para complemento da sua gama 'fora-de-estrada', é natural que o pequeno jipe da Seta Alada tenha dimensões mais próximas do Jimny ou do SX4, do que do Grand Vitara.

Mais informações em: http://www.autobild.de/

[foto do protótipo Yeti II: Skoda Auto]

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Furor


O sucessor do Octavia Tour, a lançar em 2012, está a galvanizar o interesse do sector automóvel e não há órgão da comunicação social especializada que não lhe preste atenção. Em conformidade, multiplicam-se antevisões de um segredo que, até ao momento, se encontra bem guardado no quartel-general da marca, em Mladá Boleslav. Neste sentido, a germânica AutoBild veio lançar mais uma acha para a fogueira das hipóteses, ao publicar a antevisão de Andrei Avarvarii para a revolucionária berlina checa que fará a ponte entre as gamas Fabia e Octavia. A AutoBild chama-lhe Felicia, mas este dado ainda não é garantido. O que é certo é que vai fazer furor.

 [imagem extraída de www.autobild.de | da autoria de Andrei Avarvarii]