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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Azeite e Água


A propósito do «MissionL» uma revista da especialidade automóvel escreveu como título A Skoda responde…à Dacia. O semlimites leu a notícia e nem uma palavra encontrou que explicasse o misterioso título!
Mas tal interpretação fez-nos pensar. Quem ficar só pelas gordas, poderá pensar que a Skoda e a Dacia jogam na mesma divisão. O que não corresponde à verdade. A Skoda está na Liga dos Campeões e a Dacia a lutar para subir à 2º Liga. E agora que as imagens do «MissionL» foram reveladas o título que era misterioso, passa a ser pouco rigoroso.
Existem dois pontos em comum nas duas marcas. Ambas são da Europa de Leste. Uma romena e outra checa. Ambas pertencem a dois grupos de construtores muito poderosos. A Renault e a VW. Mas em tudo o resto estão à distância de anos-luz uma da outra.
A Skoda sempre foi a marca de automóveis mais conceituada e internacionalizada da Europa de Leste. Enquanto outras marcas copiavam modelos da Europa Ocidental (a Dacia fabricou durante décadas uma versão Renault 12), a Skoda sempre apresentou os seus próprios produtos com grande rigor e qualidade. Basta não esquecer que é uma marca centenária com um passado de orgulho. E actualmente não é o parceiro pobre do Grupo VW. Bem pelo contrário. Contribui, e muito, para o fortalecimento do Grupo e para os seus avanços tecnológicos. Os Engenheiros da Skoda são conhecidos por não brincarem em serviço. E depois, não dá prejuízo como a Seat. Pelo contrário, e apesar da crise, tem vindo a consolidar os lucros e a aumentar sustentadamente as vendas e a produção. A meta para breve será um milhão e meio de carros ao ano.
A Skoda nunca teve a pretensão de fabricar automóveis low-cost. Nem nunca necessitou de escrever na traseira dos seus automóveis by Volkswagen. A Skoda é no mundo dos construtores automóveis a marca que mais tem evoluído e contribuído para o sucesso. Claro que está atenta aos mercados pelos 5 continentes. O Rapid (tudo indica que vai ser assim baptizado) nunca será um low-cost, nem nas linhas, nem no conforto, nem na fiabilidade e muito menos na segurança. Produzir muito bem e vender a um custo justo não está ao alcance de todos. Quando compramos um Skoda sabemos que estamos no século XXI. Não somos transportados pela máquina do tempo e compramos um automóvel do século XX.
A Dacia segue o seu caminho que esperamos que seja brilhante. A Skoda segue o seu. Mas o azeite nunca se dilui na água.
[foto: Skoda Auto]

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

«Mission L» em Frankfurt!





















A primeira das grandes novidades de Frankfurt passará pela apresentação do protótipo Mission L - um estudo já muito aproximado da versão de produção daquela que será a berlina a posicionar entre as gamas Fabia e Octavia. Pela observação das primeiras imagens, depreende-se que se trata de um automóvel extremamente atrativo e elegante, reunindo todos os ingredientes para ser um caso de sucesso. Por outro lado, a marca já confirmou que este novo automóvel marcará presença nos tradicionais mercados europeus, na Rússia e na China [embora dotado com especificidades regionais, adaptadas às exigências das diversas regiões do globo]. Para a Índia, e na sequência do que aqui temos vindo a divulgar, será lançada ainda este ano uma variante autónoma, desenvolvida exclusivamente para aquele mercado, não tendo sido, contudo, confirmada a denominação desse modelo.

Mais informações em: www.presseportal.de

[Fotos: Skoda Auto]

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ambientes [II]


[filme extraído do YouTube / autoria: www.car-news.tv ]

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ambientes

De Frankfurt, poucas têm sido as imagens que nos têm chegado do espaço Skoda, já que os flashes são quase hipnoticamente direccionados para a Superb Combi. E os poucos retratos que nos vão chegando centram-se, sobretudo, na conferência de imprensa conjunta, partilhada por todas as marcas do Grupo VW. Ainda assim, aqui ficam alguns registos do certame alemão, que ilustram bem o grandioso glamour com que os germânicos tratam a marca da Seta Alada.

[fotos: Skoda Auto]

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Fez-se Luz

A novíssima Superb Combi ilumina-lhe a área em torno da bagageira, na hora de carregar o carro em locais pouco iluminados. Efectivamente, é a Skoda quem melhor ilumina a vanguarda do mundo automóvel. Até nos detalhes.

[foto: Skoda Auto]

[Quase] Tudo Sobre a Superb Combi

Quem pensava que a Superb Combi nada traria de novo, para além de um design apaixonante e de uma capacidade de carga ainda maior que a da berlina, enganou-se redondamente, porque a Skoda brindou a sua nova coqueluche com uma panóplia de inovações que a atiram para um patamar de sofisticação ainda mais apurado que o já de si referencial Superb.

Comecemos pela carroçaria. Sobre o design, as imagens falam por si - é de uma elegância e de uma categoria superiores. Simplesmente lindíssimo. Em termos de dimensões, a carrinha tem o mesmo comprimento [4.838 m], a mesma largura [1.817 m] e a mesma distância entre eixos [2.761 m] que a berlina, tendo crescido apenas em altura - medindo 1.481 m, mais 19 mm que o sedan. O porta-bagagens, gigantesco, alberga 633 l de capacidade, podendo expandir-se até aos 1.865 l com os bancos posteriores rebatidos, o que representa mais 68 l que o carro com os 5 lugares disponíveis, ou 195 l com os assentos traseiros rebatidos. Por seu turno, o plano de carga fica a 60 cm do chão, garantia de enorme conforto aquando da deposição de objectos pesados na mala, já que a altura a que têm que ser elevados fica a uma cota muito confortável para o efeito. Por fim, referência para as barras de tejadilho, sempre disponíveis de série [embora oferecidas nas cambiantes anodizado ou negro] e para a antena em formato de barbatana de tubarão, sem necessidade de recurso a uma haste suplementar, como acontece na berlina.

Outra característica em destaque é a operação eléctrica da 5ª porta do automóvel, um opcional muito interessante, sobretudo quando complementado com o accionamento automático da cobertura retráctil do compartimento de bagagem. Deste modo, quando se abre o porta-bagagens, a cobertura retráctil recua automaticamente para uma posição intermédia, facilitando o acesso à mala. No final, premindo um botão, a mala fecha-se por si só e a cobertura retráctil volta à sua posição original. Por outro lado, um fundo falso deslizante, que pode ser estendido sobre o pára-choques traseiro, facilita, em muito, a deposição de objectos volumosos no compartimento de carga, ao mesmo tempo que os já típicos [na Skoda] conjuntos de redes, calhas de alumínio e cabides, foram aperfeiçoados até ao limite, permitindo prender cargas soltas de uma forma simples, segura e inteligente. Por fim, a gama de acessórios originais da marca oferece ainda a possibilidade de se adquirir um suporte para bicicleta, a fixar na superfície inferior do compartimento de carga, uma vez removida a cobertura do fundo falso.

No que concerne à iluminação do porta-bagagens, a Skoda voltou a inovar, integrando pontos de luz no portão, o que permite abranger não só a bagageira, como também toda a área envolvente à secção posterior do automóvel - um pormenor que fará toda a diferença quando se carregar o automóvel em locais mal iluminados. Mas há mais: uma lanterna removível, alimentada por baterias e equipada com LEDs, garante que haverá luz mesmo nos locais mais recônditos, tendo a particularidade de estar equipada com um íman que a permite fixar em qualquer parte da carroçaria. Este detalhe, tipicamente Simply Clever, é particularmente útil para quando, por exemplo, se tiver que mudar um pneu na escuridão.

Por seu torno, ao entrarmos no automóvel, a primeira novidade que encontramos prende-se com a inclusão do sistema KESSY, que permite a abertura e o fecho de portas, bem como o accionamento da ignição sem o recurso directo a chaves. Para tal, ao aproximarmo-nos do veículo, o corpo da chave comunica com a unidade de controlo do automóvel e este destranca-se assim que um dos puxadores é tocado. Depois, para trancar, basta tocar num botão existente nos puxadores e a operação é novamente concluída sem o recurso físico da chave. No que concerne à ignição, a mesma acciona-se com o recurso a um botão existente no lado direito da coluna da direcção, bastando premir o pedal da embraiagem [em veículos com caixa manual] ou do travão [em modelos com caixa automática] para se ligar o motor.

Um tecto panorâmico escamoteável, de 2 folhas, dotado de accionamento eléctrico, incrementa a sensação de espaço, de luminosidade e de frescura vividas a bordo da Combi, estando equipado com uma cortina que poderá ser útil em alturas em que o sol esteja particularmente forte e a pique. Por seu turno, o tipo de vidro utilizado neste dispositivo quebra a passagem de calor vinda do exterior em 90%, tal é a qualidade dos suas características isotérmicas. De resto, a qualidade dos materiais, a disponibilidade de sistemas aúdio e multimédia da última geração e o nível superior de luxo são idênticos aos já conhecidos da berlina.

Em termos técnicos, destaque, ao nível dos dispositivos electrónicos, para o HHC [Hill Hold Control], que se destina a acabar com os famosos pontos de embraiagem, ou para o TSA [Trailer Stability Assist], um opcional destinado a imprimir maior estabilidade a rulotes ou outros dispositivos rebocáveis, e que funciona em conjunto com o equipamento de reboque fornecido pela fábrica. A este propósito, há que referir que as variantes 2.0 TDI CR DPF/125 kW 4×4 e 3.6 FSI V6/191 kW 4×4, foram concebidas para locomover, em segurança, reboques até às 2 toneladas de peso bruto.

No que diz respeito ao chassis, foram introduzidas diversas alterações ao quadro do Superb, sobretudo tendo em vista o maior peso da Combi e a sua acrescida capacidade de carga e de reboque. Desta forma, o eixo traseiro foi ligado à carroçaria através de novos casquilhos anti-vibrações. Estes elementos metálicos e de borracha incrementam o conforto de rolamento sem se tornarem prejudiciais à estabilidade e à segurança do veículo, garantindo ainda um maior isolamento face à estrada, quer em termos de vibrações, quer de ruído.

Em termos de motorizações Diesel, estão disponíveis 2 unidades 2.0 TDI com filtro de partículas DPF - uma com injector-bomba que gera 140 CV e outra common-rail que debita 170 CV, sendo que ambas podem ser equipadas com caixas manuais de 6 velocidades ou, em opção, com caixas DSG de dupla embraiagem. A gasolina, a oferta começa com o 1.4 TSI de 125 CV [com caixa manual de 6 velocidades], passa pelo 1.8 TSI de 160 CV [transmissão manual de 6 velocidades ou DSG de 7 e, em opção, tracção integral] e termina no 3.6 FSI V6 4x4 de 260 CV [caixa DSG de 6 velocidades].

Fica assim feita a resenha das principais novidades com que a belíssima Superb Combi se apresenta ao público. Oferecemos-lhe [quase] tudo sobre a Superb Combi. Só falta experimentá-la ao vivo...

Mais informações em:
www.skoda-auto.com
www.auto.cz


[fotos: Skoda Auto]

sábado, 12 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Salão de Festas

Os grandes Salões constituem sempre óptimas oportunidades de promoção para os construtores e suas respectivas gamas. E também de negócio, quer para as marcas, quer para os seus visitantes. A imagem que mostramos hoje ilustra um anúncio publicado pela Auto Motor und Sport nos anos 60, promovendo o 1000 MB em pleno Salão de Frankfurt. Porque para a Skoda os Salões são sempre uma festa. A festa da Seta Alada.

Mais informações em: www.auto-motor-und-sport.de

[imagem: Auto Motor und Sport / extraída de www.auto-motor-und-sport.de]

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Outra Novidade [?]

Já começam a ser demasiados, os rumores que indicam como garantida mais uma novidade para a gama Superb, a apresentar já no Salão de Frankfurt. Há quem assegure na 'blogosfera' internacional que, para além da introdução da nova Combi no Salão germânico, a Skoda irá já dotar a gama Superb com o novo motor 1.6 TDI de 105 Cv, na variante GreenLine. É bem possível que seja verdade. Aguardaremos com expectativa por uma desejada confirmação oficial.

[foto original: Skoda Auto / edição: semlimites]