«Num teste temperado com o inesperado, todos [os automóveis em análise] empalidecem quando comparados com as capacidades do Superb. Eis algumas das coisas que descobrimos: primeiro, a sua oferta no banco traseiro é suficientemente próxima, em termos de espaço para a cabeça e para as pernas, da do Bentley, o que significa que aniquila o Audi e é apenas batido pelo BMW. Segundo, apesar do Superb ser o único carro a utilizar um motor de quatro cilindros, a gasóleo, e com caixa de velocidades manual, uma vez em velocidade de cruzeiro, parece pelo menos tão refinado como o Audi, ficando até, provavelmente, um pouco à frente do Bentley e sendo, novamente, apenas humilhado pelo Série 7. Terceiro, a qualidade de rolamento está claramente à frente da do Audi, é mesmo melhor que a o do BMW e está muito próxima da do Bentley. Finalmente, o habitáculo é um óptimo local para se passar o tempo, graças à melhor posição de condução do lote (…) e à ergonomia mais correcta.»
«Toda a lógica sugere que o Superb deveria afundar-se no mérito, sendo a sua posição na hierarquia determinada apenas pelo facto de quão longe o Škoda pode ir devido à cortesia do seu preço. Mas não foi dessa a forma que as coisas ocorreram. [O Superb] competiu bem e com distinção, ultrapassando o BMW, oferecendo mais espaço que o Audi e propondo níveis de refinamento próximos dos do Bentley. É um automóvel de luxo apropriado, e pelo espaço, pelo conforto e pelo silêncio oferecido a bordo - pelo dinheiro pedido -, é o mais impressionante do lote. Um Škoda a bater um Bentley é algo estranho de se escrever, mas a sua vitória é real e merecida.»
Porque o Superb é, simplesmente, um verdadeiro ‘tomba gigantes’!
Mais informações em:
Edição impressa da «Autocar», datada de 14 de Janeiro de 2009
[foto: Stan Papior/«Autocar» . extraída de http://www.skoda.com.au/]
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